A Lenda de Tarzan

(The Legend of Tarzan, David Yates, 2016) Na nova pele de Tarzan, o sueco Alexander Skarsgård não demonstra o mesmo sex appeal que o visto no vampiro de True Blood. Introvertido, sem graça, ele só se solta um pouco quando volta para a selva, que parece ser seu habitat natural. Mesmo bem adaptado à cidade, vivendo como John Clayton III, o nobre Lorde Greystoke, ele está sempre deslocado, sendo tratado como diferente. De fato, o andar, que acompanha os macacos, moldou seus punhos de forma a aguentar seu peso, o que chama a atenção
A Lenda de Tarzan
ratado como diferente. De fato, o andar, que acompanha os macacos, moldou seus punhos de forma a aguentar seu peso, o que chama a atenção até de crianças. Se os cenários soam um tanto falsos, os animais são reais até demais. As sequências nas selvas do Congo empolgam, trazendo de volta aquele clima de aventura típico de filmes da Sessão da Tarde – o que deve agradar a muitos veteranos. Skarsgård tem cara e físico de Tarzan e merece uma segunda chance. (Marcelo Seabra, do blog O Pipoqueiro)
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Solange Marcelina Pires

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