Bife a Cavalo

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Bife a cavalo; histórias, contos e lendas

January 3, 2018 • 26 Likes • 0 Comments

Mauricio Barufaldi

Chef de cozinha / Prof. de gastronomia / Produtor de conteúdo - Escritor / Mentoring of gastronomy

Bife a cavalo é um prato da culinária portuguesa e brasileira, composto basicamente por um bife, com dois ovos em cima, prato que vai acompanhado com batatas fritas.

Há relatos de que o bife a cavalo é uma receita de origem da França conhecido como Bifteck à Cheval, consistindo em um bife de carne bovina grelhada, sendo colocados por cima dois ovos fritos.

A aparência do prato lembra uma montaria porque a visão que se tem é de uma sela.

Na Argentina esse prato é conhecido como bife a caballo, e na Colômbia como Bistec a Caballo.

O cronista Luiz Edmundo, no final do século XIX e XX, em seus relatos sobre a cidade do Rio de Janeiro escreveu sobre o bife a cavalo, que naquela época era um dos pratos mais populares.

Luís Edmunedo de Melo Pereira da Costa (Luís Edmundo), jornalista, poeta, cronista, memorialista, teatrólogo, historiador e orador, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 26 de junho de 1878, e faleceu na mesma cidade em 8 de dezembro de 1961

Luís Edmunedo de Melo Pereira da Costa (Luís Edmundo), foi o terceiro ocupante da Cadeira 33, da Academia Brasileira de Letras, eleito em 18 de maio de 1944, na sucessão de Fernando Magalhães e recebido pelo Acadêmico Viriato Correia em 2 de agosto de 1944.

O cronista Luiz Edmundo da noção exata da boemia carioca, no final do século XIX, quando apresenta o conjunto de suas crônicas reunidas no livro O Rio de Janeiro do meu tempo.

Luiz Edmundo lê a história viva do seu tempo no Rio de Janeiro e do Brasil da virada do século XIX para o XX; assim como sofre grande influência do contexto em que ele escreve: os primeiros anos do Estado Novo.

Na sua narrativa, é possível identificar diferentes noções de boemia, que estariam relacionadas a duas diferentes temporalidades separadas pelas reformas de modernização da cidade do Rio de Janeiro com as obras do prefeito Francisco Pereira Passos (1902-1906).

Bife a Cavalo, de fato o prato é tentador pois se trata de um belo filé com dois ovos fritos sobre a carne.

O nome parece engraçado e é por conta do formato do ovo, pois para os antigos, ele lembrava uma sela de montaria em cima de um cavalo.

Há quem diga que o apelido era, também, pela velocidade com o qual o prato poderia ser preparado e servido.

Esse prato também é considerado como uma comida de resistência porque decorridos bem mais de um século o prato ainda consta de muitos restaurantes de Norte a Sul do Brasil.

Na história oral o bife a cavalo é considerado um prato típico português, que no Brasil encontrou admiradores do Norte ao Sul.

Bife a Cavalo
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Bife a cavalo; histórias, contos e lendas

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Mauricio Barufaldi

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Bife a cavalo é um prato da culinária portuguesa e brasileira, composto basicamente por um bife, com dois ovos em cima, prato que vai acompanhado com batatas fritas.

Há relatos de que o bife a cavalo é uma receita de origem da França conhecido como Bifteck à Cheval, consistindo em um bife de carne bovina grelhada, sendo colocados por cima dois ovos fritos.

A aparência do prato lembra uma montaria porque a visão que se tem é de uma sela.

Na Argentina esse prato é conhecido como bife a caballo, e na Colômbia como Bistec a Caballo.

O cronista Luiz Edmundo, no final do século XIX e XX, em seus relatos sobre a cidade do Rio de Janeiro escreveu sobre o bife a cavalo, que naquela época era um dos pratos mais populares.

Luís Edmunedo de Melo Pereira da Costa (Luís Edmundo), jornalista, poeta, cronista, memorialista, teatrólogo, historiador e orador, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 26 de junho de 1878, e faleceu na mesma cidade em 8 de dezembro de 1961

Luís Edmunedo de Melo Pereira da Costa (Luís Edmundo), foi o terceiro ocupante da Cadeira 33, da Academia Brasileira de Letras, eleito em 18 de maio de 1944, na sucessão de Fernando Magalhães e recebido pelo Acadêmico Viriato Correia em 2 de agosto de 1944.

O cronista Luiz Edmundo da noção exata da boemia carioca, no final do século XIX, quando apresenta o conjunto de suas crônicas reunidas no livro O Rio de Janeiro do meu tempo.

Luiz Edmundo lê a história viva do seu tempo no Rio de Janeiro e do Brasil da virada do século XIX para o XX; assim como sofre grande influência do contexto em que ele escreve: os primeiros anos do Estado Novo.

Na sua narrativa, é possível identificar diferentes noções de boemia, que estariam relacionadas a duas diferentes temporalidades separadas pelas reformas de modernização da cidade do Rio de Janeiro com as obras do prefeito Francisco Pereira Passos (1902-1906).

Bife a Cavalo, de fato o prato é tentador pois se trata de um belo filé com dois ovos fritos sobre a carne.

O nome parece engraçado e é por conta do formato do ovo, pois para os antigos, ele lembrava uma sela de montaria em cima de um cavalo.

Há quem diga que o apelido era, também, pela velocidade com o qual o prato poderia ser preparado e servido.

Esse prato também é considerado como uma comida de resistência porque decorridos bem mais de um século o prato ainda consta de muitos restaurantes de Norte a Sul do Brasil.

Na história oral o bife a cavalo é considerado um prato típico português, que no Brasil encontrou admiradores do Norte ao Sul.

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Marcus Faria

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