Evolução do Pensamento Económico - 1

Economia

Evolução do Pensamento E Conômico  1

O pensamento econômico  passou por diversas fases, que se diferencia amplamente, com muitas discrepâncias e oposições. No entanto, uma evolução deste pensamento pode ser dividida em dois grandes períodos: Fase Pré-Científica e Fase Científica Econômica.

Uma fase pré-científica é composta por três subperíodos. A Antiguidade Grega, que apresenta um forte desenvolvimento nos estudos políticos-filosóficos. A Idade Média ou Pensamento Escolha, replica de doutrinas teológicas-filosóficas e tentativas de moralização de atividades econômicas. E, o Mercantilismo , onde houve uma expansão dos mercados consumidos e, consequentemente, do comércio. Como trataremos um pensamento econômico que influencia até hoje, trataremos a fase científica.

A fase científica pode ser dividida em Fisiocracia, Escola Clássica e Pensamento Marxista. Esta primeira pregava a existência de uma “ordem natural”, onde o Estado não deveria intervir (laissez-faire, laissez-passer) nas relações econômicas. Os doutrinadores clássicos acreditam que o Estado deve intervir para equilibrar o mercado (oferta e demanda), através do ajuste de preços (“mão-invisível”). Já existe um marxismo crítico para uma "ordem natural" e uma "harmonia de interesses" (defendida pelos clássicos), afirmando que é um outro resultado na concentração de renda e na exploração do trabalho.

Apesar de fazer parte da fase científica, você deve destacar que a Escola Neoclássica e o Keynesianismo, diferenciam-se dos outros períodos de tempo por métodos teóricos fundamentais e revolucionários ou por pensamento econômico, merecendo, portanto, destaque. É na Escola Neoclássica que o pensamento liberal consolida e aumenta a teoria de valoração. Na Teoria Keynesiana, procure explicar como flutuações de mercado e desemprego (suas causas, sua cura e seu funcionamento).

Evolução do Pensamento Económico - 1

1. Fisiocracia (Séc. XVIII)

Doutrina de ordem natural : O Universo é regido por leis naturais, absolutas e imutáveis ​​e universais, desejáveis ​​pela Providência divina para a felicidade dos homens.

A palavra fisiocracia significa governo da natureza. Isso é, de acordo com o pensamento fisiocrata como atividades econômicas não consideradas reguladas de modo excessivo e nem guiadas por forças “antinaturais”. Deveria conceder uma maior liberdade a essas atividades, finalmente “uma ordem imposta pela natureza e regida por leis naturais” governança ou mercado e tudo se acomodar como teve que ser.

Na fisiocracia, a base econômica é a produção agrícola, ou seja, um liberalismo  agrícola, onde a sociedade estava dividida em três classes:

· Uma classe produtiva, formada pelos agricultores.

· Classe classe, que engloba todos os que trabalham para agricultura (indústria, comércio e profissões liberais);

· Uma classe de uso de terra, que estava ao soberano e aos recebedores de dízimos (clero).

Uma classe produtiva garante a produção de meios de subsistência e matérias primas. Com o dinheiro permitido, ela paga o aluguel do terreno para os agricultores, os impostos para o Estado e os dízimos; e compra de produtos da classe estéril - os industriais. No final, esse dinheiro volta à classe de produção, pois outras classes têm necessidade de comprar meios de subsistência - matérias primas. Dessa maneira, ao final, ou dinheiro retornará ao seu ponto de partida, e o produto se dividirá entre todas as classes, de modo que assegure o consumo de todos.

Para os fisiocratas, uma classe de lavadores da classe produtiva, porque o trabalho agrícola era o único que produzia um excedente, isto é, produz além das suas necessidades. Este excedente era comercializado, que garantia de renda para toda a sociedade. A indústria não garante uma renda para a sociedade, visualiza o valor produzido por ela era gasto pelos operadores e indústrias, não criando, portanto, um excedente e, consequentemente, não criando uma renda para a sociedade.

O papel do Estado é limitar o direito de propriedade e garantia de liberdade econômica, não deve intervir no mercado ("laissez-faire, laissez-passer" que quer dizer deixe-se fazer, deixe-se passar.), Pois existe uma “ordem natural” que regia como atividades econômicas (07 de abril de 2005 às 13 he 27 minutos)

Autoria: Igor A. da Cruz Rezende

Palavras 671

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