Evolução do Pensamento Econômico 4

Economia

Evolução do Pensamento EConômico  4

Críticas de Say a Adam Smith

Diga recusar-se a acreditar que a Produção deve analisar como o processo pelo qual o homem prepara o objeto para o consumo.

Segundo Say a Produção realiza-se através do concurso de 3 elementos, um sabre: O Trabalho, O Capital e os agentes Naturais (Por Agentes Naturais entra em terra, etc).

Tal como Smith, considere o Mercado essencial.

Esta opção é facilmente verificada quando Say afirma que os ganhos, os lucros e as ordens de preços são Serviços, sendo permitido pelo jogo de oferta e demanda no Mercado desses fatores.

Say acredita, ao contrário de Adam Smith, que não existe distinção entre trabalho produtivo e Trabalho não produtivo.

Lembre-se de que Adam Smith defendeu o que era Trabalho Produtivo que era executado com vista para fabricar um material de objeto, já Diga defende “todos que gravaram uma verdadeira utilidade em troca de seus lucros» são Produtivos ”

Crítica de Keynes como Teorias Clássicas

O ponto em que Keynes se baseia para contestar os clássicos é que o trabalhador prefere sempre trabalhar sem trabalhar e que está interessado principalmente em manter os seus nominais, ou o que significa que está sujeito ao histórico de reprodução de ilusão monetária. A rigidez do salário nominal decorre da resistência dos trabalhadores em aceitar reduções do seu salário nominal em relação aos trabalhadores de outro ramo industrial, porque percebemos que sua situação relativa sofreu uma deterioração. Já não é o caso do salário real porque sua queda afeta o mesmo por todos os trabalhadores, e não o retorno quando excessivamente grande.

Keynes considera que os trabalhadores, ao agir dessa forma, revelam-se mais razoáveis ​​para os economistas clássicos, que praticam a culpa pelo desemprego nos trabalhadores dos trabalhadores pela sua recusa em aceitar reduções no seu salário nominal. Nessa altura, Keynes tinha dois caminhos a seguir: ou explica o salário real e, a partir de então, determina o nível de emprego; ou explica o primeiro nível de emprego para depois chegar ao salário real (Macedo, 1982). Teclas escolhidas ou o segundo caminho. Para ele, não são os trabalhadores que controlam o emprego, mas sim a demanda efetiva. Dessa maneira, uma redução dos custos nominais não é uma estratégia eficaz para aumentar o emprego, uma vez que a manipulação da demanda representa uma política muito mais inteligente. Nesse aspecto, Keynes literalmente vira "pernas para o ar" em uma estrutura clássica: "o emprego não é elevado pela redução de reais,… o que sucede é o inverso, os ganhos reais porque o emprego foi elevado durante um aumento da demanda" , os contratos entre patrões e empregados apenas determinam os gastos nominais; enquanto que os valores reais - para Keynes - são selecionados por outras forças, isto é, aquelas relacionadas com a demanda agregada e o emprego. (http://www.economia.unifra.br - dia 17/04/2005 às 15 he 10 minutos) enquanto que os valores reais - para Keynes - são selecionados por outras forças, isto é, aquelas relacionadas com a demanda agregada e o emprego. (http://www.economia.unifra.br - dia 17/04/2005 às 15 he 10 minutos) enquanto que os valores reais - para Keynes - são selecionados por outras forças, isto é, aquelas relacionadas com a demanda agregada e o emprego. (http://www.economia.unifra.br - dia 17/04/2005 às 15 he 10 minutos)

Autoria: Igor A. da Cruz Rezende

Palavras 505

Evolução do Pensamento Econômico 4
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